Deputado Célio Studart comemora prisão de agressor de cadela, após seu pedido
Essa decisão é um marco na luta pelos direitos dos animais. Pela primeira vez em muito tempo, vemos a Justiça reconhecer a gravidade real da crueldade animal e manter o agressor preso preventivamente.
Normalmente, nesses casos, o autor do crime é solto logo após o flagrante — o que sempre gerou revolta e sensação de impunidade. Mas aqui o Judiciário mostrou que maltratar um animal não é um “delito menor”, é um ato de violência brutal que precisa ter consequências.
Essa prisão preventiva é rara, simbólica e necessária. Ela envia uma mensagem clara: a lei existe para proteger quem não pode se defender.
E no Parlamento, seguimos lutando por leis mais duras e punições mais severas contra quem comete qualquer forma de crueldade. Essa vitória é de todos que acreditam que vida animal importa.

